Curso Aprenda Sobre Vinhos: Vale a Pena?

Seremos claros: sim, vale a pena fazer o Curso Aprenda Sobre Vinhos. Sobretudo se você for daqueles que gostam de vinho, tem curiosidade mas não tem o mínimo conhecimento sobre o tema.

Esse curso é fundamental para quem quer aprender sobre vinhos e também para quem quer, mais tarde, aprofundar-se no assunto fazendo um curso de Sommelier, por exemplo.

Outro ponto marcante sobre pessoas que procuram esse curso é que na maioria das vezes são pessoas profundamente interessadas e dispostas a instruir-se, apaixonadas, o que torna o curso ainda mais interessante.

O que você precisa saber antes de fazer o Curso Aprenda Sobre Vinhos

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Em primeiro lugar, antes de comprar o Curso Online Aprenda Sobre Vinhos, é preciso entender que o vinho é uma bebida para ser degustada com calma, de forma quase meditativa.

Claro que não é preciso efetuar uma análise completa sobre as qualidades do vinho para apreciá-lo como convém.

Não só os entendidos conversam sobre essa bebida mágica. Hoje em dia todos falam sobre o assunto, mesmo não sendo especialistas, cada um ao seu modo e conforme seu entendimento.

Não é preciso conhecer termos técnicos, isso é apenas uma questão semântica, o principal é você saber se expressar de forma mais despojada possível, do mesmo modo como falamos de outros assuntos sobre os quais nos interessamos.

Para ser um bom admirador de vinhos, procure aprender somente aquilo que pode melhorar a sua experimentação. Em pouco tempo você já saberá a sua preferência, o que o desobriga da parte da qual se ocupam os especialistas.

O que irei aprender no curso Aprenda Sobre Vinhos?

Veja abaixo os tópicos que serão tratados no curso.

Tipos de Vinhos

tipos de vinhos

Quem é que não gosta de tomar um bom vinho? Mesmo que seja somente em ocasiões especiais, o fato é que quase todo mundo gosta de apreciar essa bebida de vez em quando.

A classificação dos vinhos varia conforme seu gênero.

Vinho Tinto

Este é o vinho mais popular que existe. Por isso mesmo existe uma gama imensa de paladares e densidades, para todos os tipos de ocasiões. É o resultado da colheita de uvas tintas, isto é, aquelas que possuem a 

Como se não bastasse toda essa vantagem de muitas opções, ainda é elogiado e até indicado por médicos ser consumido com moderação como precaução para patologias que se relacionam com o coração e vasos sanguíneos.

A maceração é o que determinará suas particularidades mais marcantes. 

A pujança de cores e sabores que  a bebida terá quando finalizada, estará intrinsecamente ligada ao tempo de esmagamento das cascas do suco em fermentação e da espécie de uva utilizada para a confecção da bebida. 

Existe um leque enorme de opções de uvas tintas, por isso os vinhos resultantes dessas uvas podem ser muito diversificados entre si.

Vinho rosé

O vinho rosé (ou rosado) tem o mesmo procedimento de confecção como todos, com o seguinte diferencial: pode ser feito pelo método convencional, pela sangria e pelo corte de vinho.

  • Convencional: as uvas são comprimidas e espera-se entre 2 e 24 horas, até que atinja a coloração rosa. A temperatura deve ser monitorada até que esteja maturada. Esse tempo de espera será fundamental para a obtenção, por fim, um ótimo sabor e coloração exclusivos de um autêntico rosé.
  • Corte de vinho: muito discutido e até criticado por alguns, esse método se traduz misturando vinho branco ao vinho tinto. O que decorre é de gosto duvidoso para a maioria dos especialistas. Tanto é, que em determinados lugares essa mistura é até proibida. Os franceses, por exemplo, acham essa mistura de um mau gosto à prova.
  • Sangria: é o método no qual retira-se uma porção do mosto – até no máximo 10% – das uvas comprimidas, antes que aconteça a fermentação. O resultado é um líquido do qual é confeccionado o vinho rosé. Trata-se, portanto, de uma variante do vinho tinto, que o caracteriza como sendo de menor qualidade e maior grau etílico. Os rosados mais consagrados são franceses, onde se aplica única e exclusivamente o método convencional. Aliás, italianos, portugueses, argentinos e chilenos também usam esse mesmo expediente.

Vinho branco

Por incrível que pareça, vinhos brancos não são necessariamente feitos de uvas brancas. Alguns tipos de vinhos são produzidos com uvas tintas. A forma como é feito é parecida com a do vinho tinto.

O grande diferencial é que as cascas são apartadas do mosto tão logo sejam comprimidas, para se evitar que este adquira as singularidades das cascas.

Como a ideia é obter um vinho mais rarefeito, toma-se muito cuidado para que as uvas sejam compactadas de forma gentil, permitindo que se retire sem espremer as cascas e as sementes. 

É aconselhável servir a uma temperatura um pouco abaixo dos vinhos rosé e tinto, para uma degustação mais palpável.

Espumante

Espumante não é sinônimo de Champagne. A Champagne é, sim, quem melhor representa este vinho com bolhas, ou “perlage”, como é dito em francês.

Os espumantes também podem ser brancos, rosés ou tintos. A curiosidade é que surgiram de um equívoco na feitura de vinhos normais. 

Depois de engarrafados, alguns vinhos começaram outra fermentação, ao se submeterem a temperaturas maiores, culminando com a explosão das garrafas.

Com o tempo, os produtores conseguiram domar a fermentação de modo a darem à luz um produto inédito.

Esse tipo de bebida é fabricado por 2 processos: Champenoise e Charmat. Trata-se de uma bebida singular, rica em sabores, feita com uma gama enorme de espécies de uvas, cada qual com as peculiaridades de sua região de origem.

Vinho de sobremesa

O vinho de sobremesa é sempre mais doce e condensado do que os vinhos suaves. Enquanto esse vinho é produzido com o açúcar proveniente da própria fruta, ou seja, o açúcar natural, o vinho suave é produzido adicionando-se um açúcar que não é o da própria fruta ao término da fabricação.

Para que ele não cause muito enjôo, é indicado servi-lo sempre bem frio. Seu dulçor deve ser no mínimo igual ao da sobremesa, nunca menos doce, pois o açúcar consumido antes faz com que o que for servido a posterior, mesmo sendo doce, fique sem gosto.

Tipos de uvas

Existem milhares de tipos de uvas viníferas, porém as tintas mais conhecidas são:

  • Pinot Noir
  • Syrah
  • Carmenère
  • Malbec
  • Merlot
  • Sauvignon
  • Cabernet

As brancas mais conhecidas são Riesling, Sauvignon Blanc e Chardonnay.  Os países que possuem a maior diversidade de tipos de uvas são Portugal e Itália.

A origem dos vinhos

A teoria mais aceita sobre a origem do vinho diz que ele surgiu no Oriente Médio, há cerca de 7.000 anos, nas imediações de onde se encontra o Líbano, Jordânia e Síria.

Várias civilizações veneravam o vinho, sobretudo os gregos, romanos e egípcios. No Egito, foi constatado o aparecimento dos primeiros povoados nos arredores das plantações de videiras, a aproximadamente  3.000 A.C.

Supõe-se que tenha sido somente por volta de 6.000 A.C que foram produzidos os primeiros vinhos do mundo, uma vez que foi nessa ocasião que deixamos de ser nômades para iniciar a domesticação de animais e o cultivo.

Como comprar vinhos de forma correta

como escolher bons vinhos

Existe uma cartilha que, se você seguir, certamente estará levando para casa um vinho de boa procedência e qualidade.

A cartilha para se eleger um rótulo é a seguinte: checar a região ou sub-região na qual o vinho e a uva foram fabricados, o ano da safra e o nome da casa produtora. 

Como se produz o vinho

Tudo começa pelo começo, no caso do vinho, pelas uvas. É preciso muito feeling no momento de colhê-las, senão o vinho pagará o preço.

Elas não devem ser colhidas nem muito verde, nem muito maduras, têm que estar no ponto exato. A alma do vinho está nas uvas: uvas boas podem fazer um vinho ruim; uvas ruins nunca fazem um vinho bom.

O momento mais esperado do ano para os produtores é quando chega a época da colheita. Todos torcem para que o clima seja camarada enquanto se faz a colheita. Quando isso não acontece a colheita corre sério risco de perder-se.

Depois de colhidas a baga da uva é arrancada e logo a seguir são colocadas em caixas para se dirigirem à adega.

Vinhos tintos são fermentados junto com a casca, já os vinhos brancos são esmagados e seu suco é separado da casca antes da infusão.

Terminada a fermentação, a maior parte dos vinhos tintos é colocada em barris para finalizar a maturação.

Finalizada a maturação, o vinho está no ponto de ser engarrafado. Normalmente usa-se a filtração para o vinho assumir uma tonalidade brilhante e transparente.

Acessórios

Como o vinho é uma bebida muito popular, existem uma grande quantidade de acessórios. Nem todos, no entanto, são considerados indispensáveis. Vamos citar os que são considerados imprescindíveis.

Saca-rolhas

Este é o acessório mais conhecido e o mais tradicional para vinhos. Sua função é retirar a rolha da garrafa.

Existem 4 modelos mais populares:

  • Saca-rolhas de alavanca: À medida que o espiral penetra na rolha, suas hastes laterais vão se levantando. Basta abaixar as duas hastes ao mesmo tempo que a rolha sai tranquilamente.
  • Saca-rolhas 2 fases: Este é o saca-rolhas mais comum de se encontrar, pois é o preferido dos sommeliers. Para retirar a rolha são necessárias duas fases, encaixando seus dois pontos de apoio no bico da garrafa.
  • Saca-rolha elétrico: como sempre é o mais prático de todos e não precisa de nenhum esforço físico. Em contrapartida, é o menos barato de todos.
  • Saca-rolhas pinça: Normalmente este é o acessório usado para se abrir vinhos guardados há muitos anos, porque a rolha corre o risco de esmigalhar ou despedaçar.

Taças

O formato da taça para vinho não é aleatório. Ele tem algumas finalidades, que são:

  • A haste é o lugar de se pegar na taça, a fim de não esquentar a bebida nem deixar digitais dos dedos, o que pode atrapalhar a visualização da bebida;
  • O bojo oval e largo foi calculado para que, ao se rodar o vinho, ele entre em contato com o ar e revele todo o seu fulgor aromático;
  • O material de fabricação da taça também interfere nas percepções referentes à bebida. O melhor são taças de cristal porque tem poros minúsculos que rompem as moléculas do vinho quando são rodopiados, fazendo com que se sinta melhor seus eflúvios. Portanto, para cada tipo de vinho um tipo de taça.

Tampas

As tampas têm uma nobre finalidade quando se trata de vinhos. São elas que impedem que o oxigênio penetre na garrafa, evitando prováveis interferências na bebida.

Por um motivo qualquer, podemos não beber toda a garrafa de uma vez, mas isso não impede que ele seja consumido nos próximos dias, desde que bem tampado.

Vinhos com rolhas podem ser fechados com a própria rolha. Em espumantes não é possível reutilizar a rolha, pois elas dilatam quando são retiradas, por isso precisam de uma tampa especial para ser lacrado.

Classificação dos vinhos

São cinco as principais classes de vinhos: brancos, rosés, tintos, espumantes e fortificados.

Degustação

A degustação é o ato de provar o vinho com bastante cautela, muitas vezes sem saber a marca nem a procedência, para sentir suas nuances e decidir se gosta ou não, e explicar o motivo dessa opinião.

Assim procedem os profissionais. Mas você, como amador, também pode fazer a degustação dentro de suas possibilidades.

É preciso lembrar que para esse procedimento não é aconselhável colocar muita bebida na boca. O ideal é pouca quantidade de vinho para se sentir e analisar a degustação com mais acerto.

A degustação também pode ser feita entre amigos ou casais. Selecione um tema, invista num ambiente familiar e calmo, escolha as taças e os apetrechos, sirva uma comida compatível, procure enxergar a experimentação como um todo e, por fim, sirva o vinho de modo adequado.

Não tem erro, você terá momentos de relaxamento e prazer.

Cuidados

O modo como o vinho é guardado é de fundamental importância para a preservação de sua originalidade. Os principais cuidados a se tomar são:

Tempo

Há quem afirme que o vinho, assim como o bom e velho whisky, quanto mais tempo de vida tiver melhor será sua degustação. Isso, no entanto, não é verdade.

Alguns vinhos e tipos de uvas não reagem bem à passagem do tempo. Alguns têm um prazo de validade até bem longo, mas não é um prazo indeterminado. 

Quase todas vinícolas determinam tempo de vida útil do vinho. A maior parte dos vinhos tintos aceitam ficar sem serem abertos por um tempo de 2 a 10 anos, para manterem a qualidade.

Já os vinhos brancos suportam de 2 a no máximo 3 anos.

Lugar

Vinhos não suportam claridades muito fortes, seja luz do sol ou luz artificial, pois estes podem modificar o sabor e o aroma da bebida.

Além disso, não gostam de mudar de posição nem de movimentos repetidos. Coloque-os, portanto, em lugares firmes, pois a movimentação da garrafa prejudica suas características originais.

Posicionamento

As opiniões não são unânimes quando o assunto é o posicionamento das garrafas no momento de guardar. uns acham que devem ficar em pé, outros deitada.

A opinião mais aceita, no entanto, é que as garrafas devem ser armazenadas deitadas, para que o vinho tenha contato com a rolha, tornando-as molhadas e impedindo que o oxigênio entrem na garrafa. O oxigênio oxida o vinho, alterando seu sabor, sua cor e seu aroma.

Acondicionando as garrafas na posição vertical as rolhas ressecam e permitem a entrada do ar.

Temperatura

Mesmo para os menos exigentes, a temperatura na qual o vinho é servido tem relevância. Por essa razão é indicado escolher com carinho o lugar onde serão guardados.

A melhor temperatura para manter o vinho guardado é 12ºC. Se não for bebê-lo de imediato, ele suportará bem a temperatura de até 24ºC.

Temperaturas inferiores a 12ºC não afetam a integridade do vinho, porém costumam atrasar o envelhecimento do vinho, podendo ser vantajoso para determinadas espécies de uva.

Variações de temperatura podem igualmente fazer a bebida perder suas características originais. O ideal é não permitir variação de temperatura maior do que 2,7ºC.

Umidade

A umidade do ar é outro requisito importante no armazenamento de vinhos, porque ela, assim como os outros tópicos acima, pode alterar o palato do vinho.

Umidade muito baixa costuma ressecar a rolha, propiciando a entrada de ar e consequente mudança em sua composição.

A porcentagem aconselhável para o local de guardar essa bebida vai de 65% a 75%.

Como funciona o curso de vinhos à distância?

Ao adquirir o curso você terá acesso vitalício a mais de 60 videoaulas, que ensinam tudo sobre vinhos, desde a fabricação até a degustação.

Perguntas frequentes

Como irei acessar o curso?

Você irá acessar o curso de forma muito simples pelo celular ou pelo computador.

O curso Aprenda sobre Vinhos também é para iniciantes?

Sim, este curso é também para iniciantes. Possui uma didática muito acessível e fácil de acompanhar. Você não terá dificuldade nenhuma em aprender os ensinamentos.

Quem irá dar as aulas?

Dirceu de Castro, proprietário das lojas Vina del Mar, consultor de empreendimentos com foco na área de vinhos e distribuidor há mais de 40 anos na Região Sul.

O curso Aprenda Sobre Vinhos possui certificado de conclusão?

Sim, ao final do curso você receberá um Certificado de Conclusão. Aprenda sobre Vinhos.

Qual o período de garantia do curso?

Assim que adquirir o curso, você terá até 30 dias para nos comunicar, por e-mail,que não correspondeu às suas expectativas. Seu dinheiro será 100% devolvido sem nenhum tipo de questionamento.

Conclusão

Diante de todas as vantagens e evidências de que trata-se do curso ideal para quem quer aprender sobre vinhos com quem tem anos de experiência, só podemos concluir que fazer o curso Aprenda sobre vinhos vale muito a pena.

Já são mais de 2.000 alunos formados pelo Dirceu de Castro. Mas corra, porque as ofertas são por tempo limitado.

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