Gim Apogee é Bom? Vale a Pena?

Gin Apogee é Bom? Vale a Pena?

A pessoa se interessou pela bebida mas tem poucas informações, então foi no google e digitou: gin apogee é bom? Ela não digitou “gim”, com a letra “m”, embora essa seja a maneira certa de escrever na língua portuguesa. 

Nada contra a língua portuguesa, pelo contrário, maior respeito, mas vamos continuar escrevendo gin com “n” porque é a maneira como 99% das pessoas conhecem. Como está se popularizando muito nos últimos anos, começamos a ter bons gins nacionais também. 

Está pronto para aprender mais sobre o próximo amplificador que você pode ter? Então vamos lá! Descanse sua guitarra por alguns instantes, ajuste seu foco, anote o que for mais importante, salve os melhores links e dê um grande passo na sua evolução musical.


A história do Gin

O gin originou-se no século XVII, em uma prescrição feita pelo médico holandês Dr. Sylvius, que deu a ele o nome de Genievre. Daí em diante foi se modificando e sofisticando, sobretudo quando começou-se a acrescentar zimbro.

O zimbro é tido pelos holandeses como um tônico que é capaz de preservar a saúde das pessoas, pois age como depurador. No século seguinte tornou-se muito popular na Inglaterra, devido a seu preço acessível e gosto extravagante.

Ao término da guerra dos 30 anos, os soldados ingleses retornaram às suas casas levando o destilado holandês na mala, o que fez com que se popularizasse rapidamente nesse país. A própria rainha já admitiu que o gin tem seu coração.

Há quem considere essa bebida irmã da vodca. Outros não concordam, consideram estar num patamar superior, em posição intrincada e mística. 

A despeito das opiniões diversas, uma coisa é certa: essa bebida está conquistando espaço a cada dia mais no gosto dos consumidores.

O Dr. Sylvius, citado no começo deste tópico, estava, naquele tempo, procurando um remédio que fosse eficaz contra problemas renais. Dedicou-se, então, a pesquisar uma fórmula que pudesse resolver a questão.

Em uma das inúmeras tentativas, adicionou zimbro ao destilado de cereais. E assim surgiu o primeiro gin do mundo. O nome é derivado da combinação de zimbro, que em italiano é ginepro, em francês genievre e em holandês é genever.

A região da Toscana, na Itália, é a maior produtora de zimbro. Qual não foi a surpresa do médico ao perceber que o remédio estava sendo usado não mais apenas para curar a doença, mas até por quem não tinha nenhum tipo de doença, de forma recreativa.

O sabor inconfundível e quase extravagante, aliado a um preço popular, fizeram com que a bebida se popularizasse em pouquíssimo tempo.

Como saber se o gin Apogee é bom? 

Dentre todos os gins produzidos no Brasil, o Apogee é o único que usa Álcool Zero Hidrocarboneto. Esse é o álcool com maior nível de pureza do mundo. Essa característica não é pouca coisa, e por si só, já dá pra definir que trata-se de um ótimo destilado.

Esse alto grau de pureza faz com que o aroma e o gosto do álcool desapareçam por completo. Conheça agora 3 gins da Apogee e outros 4 de outras marcas, para ampliar seus conhecimentos.

1. Gin 1L – Apogee 

1. Gin 1L - Apogee 

O Gin Apogee é o único gin Nacional que usa Álcool Zero Hidrocarboneto. Esse álcool nada mais é do que o mais puro do mundo. É exportado com exclusividade para a Suntory, no Japão, para a fabricação exclusiva do Whisky Hibiki e Strong Zero.

Esses 2 whiskies compõem a  linha de Soft Drink alcoólico mais comercializada na terra do sol nascente. Em razão de seu álcool ser altamente puro, não se sente o aroma nem o sabor do álcool. É indicado para ser tomado gelado e para compor drinks diversos.

Os botânicos utilizados em sua composição são: casca de laranja, casca de limão, raiz de angélica, mandarim, anis, pimenta rosa, semente de coentro e o principal: zimbro.

Prós

Contras

✅ Layout Flexível

🚫 -

✅ Botânicos macerados antes da destilação

✅ Fica um bom tempo em repouso

2. Gin Rose – Apogee 

2. Gin Rose - Apogee 

O Gin Rose é produzido pela Apogee, utilizando, portanto, Álcool Zero Hidrocarboneto. Esse é o único gin brasileiro a utilizar a base mais límpida do mundo para sua destilação. Por isso não se sente o gosto nem o cheiro de cachaça ou álcool quando degustado.

Os botânicos são amassados antes do início da última destilação. Em seguida a bebida fica em repouso por um tempo. O aroma que mais se sobressai é de anis e pimenta rosa, embora entre em sua composição também a raiz de angélica, mandarim e outros.

Mesmo assim não é um gin caro, pelo contrário, seu preço é bastante acessível, sobretudo se levarmos em conta que sua garrafa é de 1 litro, e não de 750 ml como a maioria.

Prós

Contras

✅ Usa Álcool Zero Hidrocarboneto

🚫 -

✅ Botânicos macerados antes da destilação 

✅ Garrafa de 1 litro

3. Gin Citrus – Apogee 

3. Gin Citrus - Apogee 

O Gin Citrus é produzido pela Apogee, utilizando, portanto, Álcool Zero Hidrocarboneto. Esse é o único gin brasileiro a utilizar a base mais límpida do mundo para sua destilação. Por isso não se sente o gosto nem o cheiro de cachaça ou álcool quando degustado.

Os botânicos são amassados antes do início da última destilação. Em seguida a bebida fica em repouso por um tempo. É um gin que tem aroma forte de laranja valência e tangerina, que são os principais ingredientes. Sua graduação alcoólica é de 40%.

Trata-se de um gin suave, muito utilizado também para a famosa combinação gin-tônica. Além disso seu preço é bastante acessível.

Prós

Contras

✅ Usa Álcool Zero Hidrocarboneto

🚫 -

✅ Botânicos macerados antes da destilação

✅ Fica um bom tempo em repouso

Alternativas para gin Apogee 

Agora que já vimos 3 variedades do gin Apogee, vamos analisar outras 4 marcas da bebida para que possamos continuar imparciais.

1. Gin London Dry 1L – Nick’s

1. Gin London Dry 1L - Nick's  

Esse é um estilo de gin chamado London Dry. É um tipo cítrico de produção industrial. Sua embalagem vem com 1 litro, o que não deixa de ser um atrativo, já que a maioria dos concorrentes são oferecidos em embalagens de 750 ml.

Trata-se de uma bebida com preço amigável, por isso também indicada para principiantes. A chance de você já ter visto algum exemplar deste gin em prateleiras de supermercados ou em pequenas lojas é grande. Suas especiarias são raiz de angélica, cardamomo e coentro.

Seu teor alcoólico é de 43% e é produzido em Pirassununga, no estado de São Paulo. Faz muito sucesso quando preparado como Dry Martini e Gin Tônica.

Prós

Contras

✅ Pode ser tomado puro

🚫 -

✅ Boa relação custo-benefício

✅ Combina bem com drinks

2. Gin Mar 750ml – Yvy

2. Gin Mar 750ml - Yvy

Esse é um gin que os imigrantes apresentaram ao Brasil, daí a razão de estar relacionado com o mar. Seus ingredientes, sabores e aromas vieram para fazer história em terras tupiniquins. Muito usado para distinguir drinks clássicos.

É manufaturado no estado de Minas, utilizando canela, amêndoa e cana-de-açúcar em sua formulação. Esses ingredientes dão à bebida um tom cítrico e muito aroma, oferecendo uma nuance muito interessante aos coquetéis convencionais.

Seu nível alcoólico é de 46%, considerado intermediário, indicado para quem já não é mais iniciante e pretende descobrir sabores um pouco mais fortes. Seu sabor é cítrico.

Prós

Contras

✅ Bom para coquetéis convencionais

🚫 -

✅ Bom para distinguir drinks clássicos


✅ Muito aromático

3. Gin 995 Ml – Rocks 

3. Gin 995 Ml - Rocks 

A garrafa do gin Rocks tem 995 ml, o que não deixa de ser uma curiosidade, já que a maioria dessas bebidas vêm acondicionadas em garrafas de 750 ml ou 1 litro. É um produto que pertence à categoria dos destilados.

Trata-se de uma bebida muito bem aceita pelos consumidores brasileiros. Para se ter uma ideia dessa popularidade, existe um grupo chamado “Rock’s Club” que congrega apreciadores dessa marca no Instagram.

E não é só a boa qualidade que atrai seus apreciadores, mas também a baixa graduação alcoólica e preço em conta. Seu teor alcoólico é de 38,5%. Tão incomum quanto a litragem.

Prós

Contras

✅ Muito popular no Brasil

🚫 -

✅ Baixa graduação alcoólica


✅ Preço popular

4 – Gin 750ml – Arapuru

4 - Gin Arapuru 750ml

Esse é um gin popular produzido no interior do estado de São Paulo. É uma das melhores opções no quesito nacionais artesanais. Tem um sabor apetitoso de caju, misturado a hibisco, louro, pimenta rosa e até aroeira.

A ideia dos inventores é colocar em apenas uma garrafa elementos de todos os cantos do país. É o que poderíamos chamar de um gin raiz. E isso está retratado em seu rótulo festivo e com componentes nacionais.

A diversidade inigualável da alma nacional reunida na constituição de um gin. O caju é o carro-chefe, mas tem também imbiriba, puxuri, pacová, bergamota e limão cravo.

Prós

Contras

✅ 12 botânicos dos 5 cantos do Brasil

🚫 -

✅ Destaque para o caju


✅ Produção artesanal

Conclusão: O gin Apogee é bom ou não? 

O gin Apogee detém exclusividade no país na utilização do Álcool Zero Hidrocarboneto, a base mais pura do mundo para se alambicar gin. Não se sente o aroma, o odor ou o efeito do álcool. Só isso já é suficiente para dizer que este é um bom gin.

Indicado para cocktails tradicionais como gin-tônica e negroni, com seu aroma um pouco picante e cítrico, demonstra também sua elogiada versatilidade. 

Além disso possui uma boa relação custo-benefício, fazendo-nos concluir, com convicção, que trata-se de uma ótima aquisição.

Lembrou daquele seu amigo que ama gin? Compartilha com ele!

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