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Prêmio CP - 29/09/2016
Fotolia / Grecaud Paul
22/04/2014 - 11h38
Dicas para criar uma carta de vinhos
Motive os clientes a experimentar novas possibilidades, com um design eficiente para sua carta de vinhos



Dedicando uma atenção especial ao lay-out, design e informações, a carta de vinhos do seu restaurante pode somar muitos pontos na conquista de novos clientes. Em particular, tenha em mente que a escolha do vinho adequado para acompanhar a refeição é uma perspectiva intimidante para muitas pessoas. Assim, uma carta que ofereça as dicas corretas para os clientes não conhecedores, ou que não tenham o hábito de consumir vinho nas refeições, pode fazer milagres para o seu restaurante. Além disso, considere a carta de vinhos como mais uma oportunidade para adicionar um toque de estilo e classe ao seu estabelecimento.

Projeto básico – Adicione características como estilo e classe em sua carta de vinhos, com sutileza e minimalismo. Escolha uma cor sólida de terra, e tons mais suaves de fundo. Coloque o nome e logotipo do seu restaurante discretamente nas páginas. Não se sinta compelido a colocá-lo centrado na parte superior do cardápio. Use uma ilustração no meio da página para quebrar o texto, ou abaixo, em um dos lados, para adicionar movimento à página. Considerando o que vemos por aí, parece tentador usar 23 fontes diferentes na concepção de um cardápio. Não entre nessa. Utilize uma ou duas fontes, legíveis. Use um tipo de letra um pouco maior, em negrito, para identificar as categorias que são utilizadas para identificar e descrever os vinhos. Fontes cursivas (manuscritas) são populares em cartas de vinhos, mas considere que são difíceis de ler quando usadas em corpo pequeno, especialmente para os idosos – ou num restaurante ambientado a meia luz. Fontes cursivas devem ser grandes, e evite tipos mais ´´dramáticos´´ ou excessivamente rebuscados. Elas não sofisticam, só complicam.

Categorize a carta de vinhos – As seções de uma carta de vinhos padrão são: vinhos brancos, rosés, tintos, espumantes e vinhos de sobremesa. Para listas mais longas, subseções podem ser criadas, de acordo com as variedades de uvas ou regiões de origem. Se possível, isto é, se houver espaço, e você achar conveniente, é possível dividir as seções da sua carta por origem, incluindo um breve histórico da região. Isto sempre desperta a curiosidade das pessoas e gera interesse, que pode ser dirigido para o consumo de vinhos mais elaborados. Se o seu restaurante oferece vinhos especiais ou locais, destaque essas seleções em sua própria categoria. Peça sempre a opinião do seu chefe de cozinha, ou sommelier – se tiver um – para compilar uma seção de recomendações, com algumas palavras sobre as melhores harmonizações e por que estes vinhos são os mais adequados. Há, também, a possibilidade de contratar o serviço de um sommelier  apenas para ajudá-lo a montar a carta de vinhos e sugerir as harmonizações com os pratos oferecidos em seu restaurante.

Comece pelas categorias – As seções da carta de vinhos muitas vezes começam com as garrafas mais caras e terminam nas mais baratas. Se a sua carta de vinhos é parte fundamental do conceito do seu restaurante, e você tem a oferecer mais do que a habitual seleção, trabalhe este fator em sua carta de vinhos. Inicie com as categorias que contenham os vinhos mais raros, valiosos, locais, ou, de qualquer outra forma, especiais. No caso de um restaurante familiar, com cartas de vinho menos sofisticadas, as seções devem oferecer os vinhos da adega, assim como aqueles que podem ser solicitados em taça. Não se preocupe por incentivar o consumo de vinhos mais acessíveis, pois eles irão impulsionar as vendas. Muitos clientes que se sentem constrangidos e evitam a carta de vinhos, tenderão a pedir seu vinho em taça, pois é a opção mais evidente para eles. Ofereça os vinhos mais populares em taça, para que as garrafas esvaziem rapidamente.

Inclua descrições – Uma breve descrição dos vinhos na sua carta é a parte mais importante para facilitar o processo de escolha para os clientes inseguros. Pessoas que não sabem como pedir vinho, não costumam se preocupar com buquês e tons e taninos e notas de carvalho ou de frutas vermelhas. Eles, na verdade, se preocupam com as qualidades mais fundamentais, como doce, seco, suave e forte. Fale diretamente e de forma relevante para esses clientes na carta de vinhos, e inclua conselhos de harmonização. Torne o processo de escolha de vinho algo indolor. Os clientes ficarão gratos e mais propensos a voltar e pedir outra garrafa. Eles podem, até mesmo, se tornar mais ousados e fazer escolhas mais sofisticadas – e caras.


Fonte: Blog do Banas (www.unimarket.com.br)
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