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Prêmio CP - 29/09/2016
07/02/2014 - 09h59
Pela primeira vez em três meses, preços dos alimentos recuam
O índice ficou em 203,4 pontos em janeiro de 2014, queda de 1,3% na comparação com dezembro e de 4,4% em relação a janeiro de 2013


O índice de preços dos alimentos da Agência para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO) caiu em janeiro, pela primeira vez em três meses, como consequência principalmente da redução nas cotações do açúcar e dos óleos. O índice, que mede a variação de preços de uma cesta de produtos comercializados no mundo, ficou em 203,4 pontos em janeiro de 2014, queda de 1,3% na comparação com dezembro e de 4,4% em relação a janeiro de 2013. 

´´Estamos vendo preços mais baixos devido à oferta abundante, mas uma forte recuperação na demanda, com um aumento nas importações pela Ásia, poderia limitar o declínio´´, disse o economista da FAO Abdolreza Abbassian, em nota à imprensa.

O açúcar foi o item que registrou maior queda no valor médio em janeiro, de 5,6% ante dezembro e 17,2% na comparação com o mesmo mês de 2012, com 221,6 pontos. Segundo a FAO, o excedente global da commodity e das exportações do açúcar são os responsáveis pela queda.

O índice para óleos vegetais recuou 3,8% na comparção mensal e 5,8% ante janeiro de 2012, para 188,6 pontos. ´´O declínio reflete, principalmente, a evolução do mercado de óleo de palma, onde grandes estoques e baixa demanda são observados´´, diz a FAO.

Os grãos tiveram recuo de 1,6% no preço médio em janeiro ante dezembro e de 23% na comparação com o mesmo mês de 2023, com o indicador a 188,4 pontos. O preço internacional dos principais grãos comercializados caiu em virtude da perspectiva de avanço na safra de importantes países produtores. O indicador para carnes ficou em 185,2 pontos em janeiro, o que representa uma redução mensal de 1% e anual de 0,5%.

O único grupo de produtos que mostrou uma elevação média nos preços foi o de lácteos, com índice em janeiro de 267,7 pontos (1,3% mais que em dezembro e 28,4% superior ao do mesmo mês de 2013). Segundo a FAO, a procura de todos os produtos lácteos permanece estável, especialmente na China, África e Oriente Médio (leite em pó desnatado e leite em pó integral) e na Rússia (manteiga), mas a produção mundial é limitada.




Fonte: Extra - 06/02/2014

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