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Prêmio CP - 29/09/2016
08/1/2014 - 16h41
Para evitar preços altos, Argentina vai importar tomates do Brasil
A decisão marca uma mudança de estratégia do governo, que impôs fortes restricões às importações de produtos para defender a indústria nacional


De acordo com o jornal argentino ´´Clarín´´, a presidente Cristina Kirchner orientou o ministro da Economia, Axel Kicillof, para que facilite a compra de tomates brasileiros para evitar a escassez do produto e, também, a disparada do preço.

A decisão marca uma mudança de estratégia do governo da presidente, que impôs fortes restrições às importações de produtos para defender a indústria nacional.

No site de preços promocionais, o ´´Precios Cuidados´´ (preços cuidados, em português) lançado pelo governo argentino neste mês para tabelar o valor dos produtos nos supermercados, o quilo do tomate custa 10,50 pesos, o que equivale a R$ 3,79.

A lista divulgada no site faz parte de um acordo entre o governo e o setor privado relacionado ao preço de 194 produtos. Os itens serão identificados com o símbolo do site nas gôndolas.

Programa de aumento de exportação é lançado

Além de anunciar a importação do fruto, Capitanich lançou um programa de aumento e diversificação de exportação nesta quarta-feira.

De acordo com comunicado divulgado pelo site da Casa Rosada, o objetivo é que o valor das exportações some US$ 94 bilhões em 2014 e supere US$ 100 bilhões em 2015.

O governo quer dar ênfase ao aumento da quantidade e da qualidade das exportações e, para isso, foi definido um grupo de 15 países prioritários, do qual o Brasil faz parte. Além dele, estão México, Angola, África do Sul, Turquia, China, Indonésia, Índia, Vietnã, Rússia, Cazaquistão, Qatar, Arábia Saudita e Emirados Árabes.

A Argentina é um dos maiores exportadores mundiais de trigo, milho e soja, assim como outros produtos agroindustriais.

Atualmente, por conta de preocupações com a inflação e abastecimento interno, bloqueia as exportações de trigo, afetando especialmente o Brasil, tradicionalmente o principal cliente do cereal argentino.

Fonte: UOL - 08/01/2014

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