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Prêmio CP - 29/09/2016
Fotolia / Liddy Hansdottir
18/1/2013 - 10h36
Franquias no ramo de alimentos garantem até R$ 100 mil por mês
Seguimento de alimentação é o que mais possui franquias, com quase 500 marcas



O segmento de alimentação é o que ostenta o maior número de redes dentro do sistema de franquias com quase 500 marcas. É também um dos que mais cresce. Só entre 2010 e 2011, o crescimento de unidades foi de 15,4%, de 12.015 para 13.866, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Diante desses números, o segmento se torna atrativo para os interessados em investir em franquias.

"O segmento de alimentação é o maior segmento no franchising. É um dos que mais cresce e detém o maior número de oportunidades", afirma Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store. E o cenário positivo deve continuar nos próximos anos motivado, principalmente, por dois fatores. O primeiro é que muitas operações são focadas no fast food e com sistema mais simples de operação. "Isso é uma vantagem para quem quer investir e não tem muita experiência em operação de loja", diz. 

O segundo fator é o aumento do número de shoppings centers em todo do País. "Cerca de 80% das marcas de uma praça de alimentação são franqueadas. É o primeiro espaço que se ocupa quando o shopping é lançado", diz. Entre os nichos para serem explorados, Filomena aponta pelo menos três: comida japonesa, alimentação saudável e doces, que inclui cafeterias. "Essa mudança de hábitos e cultura faz com que novas oportunidades se estabeleçam no mercado", diz.

Mas é preciso cuidado antes de investir no segmento. Filomena aponta pelo menos dois pontos de atenção. "Não é só porque você está trabalhando em um negócio de fast food, que não é um restaurante com mesa e cadeiras, que você não vai precisar colocar a mão na massa. O dono do negócio deve estar preparado para a operação, se um funcionário faltar, por exemplo. Ilusão é achar que está acompanhando uma franquia de alimentação e que nunca vai cheirar a comida", alerta.

O segundo ponto é achar que só porque é alimentação, todo mundo come, todo mundo precisa e vai dar certo. "Todo negócio tem um risco. Só a marca não garante sucesso para ninguém", completa Filomena.


Fonte: Estadão PME - 18/01/2013
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