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Prêmio CP - 29/09/2016
10/12/2012 - 09h52
Venda de vinho no fim de ano cresce até 30% no noroeste paulista
Para festas de fim de ano, vinho costuma ser uma das principais escolhas. Confraria reúne amantes da bebida para experimentar o produto.


As festas de fim de ano estão chegando e na hora do brinde tem muitas pessoas que não abrem mão de um bom vinho. As vendas, principalmente dos espumantes, chegam a aumentar até 30% nessa época no noroeste paulista. A bebida tem conquistado tanto os moradores da região que tem até gente estudando pra se tornar enólogo.

Para as festas de fim de ano, o vinho costuma ser uma das principais escolhas. Só perde para o espumante. As vendas estão aquecidas e a expectativa para dezembro é promissora. “Com o final de ano, aumenta de 25 a 30% a venda de vinhos tintos e brancos. O espumante então o aumento é até maior”, afirma o diretor de supermercado José Stecca.

Doce, suave, tinto ou seco, também pode ser francês, brasileiro, chileno e até argentino. A origem exata, ninguém sabe. Alguns enólogos acreditam que a bebida surgiu por acaso. Alguém teria esquecido algumas uvas amassadas em um recipiente e pronto.

Mesmo assim, a bebida tem ganhado cada vez mais adeptos no noroeste paulista. Apesar do clima tropical, o vinho tem espaço garantido na mesa. Em São José do Rio Preto (SP), os consumidores também estão aprendendo a reeducar o paladar. “Além de consumir mais, as pessoas estão querendo evoluir também dentro deste mercado”, diz Omar Osório Filho, especialista em vinhos.

Na hora de pedir um vinho no restaurante, muita gente acaba escolhendo o tipo errado, que não combina com o prato. Outros, com vergonha de passarem por desentendidos, optam por outra bebida. Para não fazer feio, uma saída pode ser estudar o assunto. O advogado Renato Chiodo se matriculou em um curso para aprender a combinar o vinho com o prato. “Fiquei interessado por ter a oportunidade de comprar melhor um vinho, ou pedir no restaurante, e não perder a oportunidade de apreciar um bom vinho”, afirma.

O advogado acabou se apaixonando pela bebida e montou com os amigos uma confraria do vinho. Pelo menos uma vez por mês, eles se reúnem para experimentar sabores diferentes. “Na confraria a gente conhece vinhos diferentes, vinhos melhores, podendo dividir o valor quando ele é mais caro”, explica o fotógrafo João Passos.

Os irmãos de Daniela Corizzi, empresária, dirigem uma rede de pizzarias. A empresária começou a importar alguns tipos da bebida para abastecer as franquias. A aceitação do público foi tão grande, que ela decidiu expandir os negócios. “Surgiu a oportunidade de montar uma adega e um empório com mais de 600 rótulos de vinhos de vários países. Aqui tem o mesmo que tem nos restaurantes”, diz.

Em um supermercado de Rio Preto há uma variedade enorme de marcas e países, de onde os vinhos são importados. Os preços variam de R$ 15 a R$ 150. “O consumidor toma vinho mais leve e mais barato. À medida que ele aprende a tomar, ele fica mais exigente e toma vinhos melhores”, afirma Stecca.

Fonte: G1- 08/12/2012

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